O desafio é respeitar-me a mim própria, ouvir as minhas necessidades, sem ligar às vozes dominantes que puxam e arrastam e empurram, a agir, a fazer, a caminhar, para cá, para lá, para vários lugares e situações ao mesmo tempo. E que conotam a inacção com preguiça, com lentidão.
Parar é, não fazendo uma acção, criar a potencialidade de TODAS as acções!