A capacidade de mudar...
Ía escrever «a coragem de mudar». Mas nem sempre é coragem. Às vezes é só mesmo uma necessidade. Tão desesperada que vence o medo. No fundo, coragem nesse contexto seria a ansiedade de acabar com o medo, não suportar a angústia e simplesmente dar um salto no desconhecido... Sem pensar muito, porque não há alternativa. Faz-se o que tem mesmo que ser feito! Chamar coragem a isso parece-me um pouco exagerado, ou deslocado: a coisa é outra.
Então, mudar! Mudar é preciso. Mudar é sobreviver, adaptar-se às circunstâncias sempre mutantes da vida, nadar nas águas turvas do imprevisto, fluindo por onde elas nos levarem...
Mudar, todas as vezes que for preciso! Até chegar ao nosso eu mais profundo e completo.
Como escrevi em dedicatória à minha prima querida (minha mana mais velha) um dia:
«Voa pelo mundo
Leve, livre e solta
Mergulha bem fundo, perde-te
Depois dá meia volta
Verás que o que procuras
Sempre esteve aqui,
Dentro de ti»
(É mais ou menos assim, não me lembro bem) No fundo, o que escrevemos para os outros reflecte o que pensamos de nós ou desejamos para nós. E esta ideia tem-me acompanhado sempre: sei que o que procuro está dentro. O ponto de chegada fica no mesmo sítio que o de partida... Só há todo um mundo no meio!
Pequenas coisas que não quero esquecer com o passar dos anos e as mudanças de circunstâncias, para continuar a ser feliz com esses prazeres simples :)
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Repetir o que me faz bem
Fiz várias tentativas de começar um texto e tudo me pareceu despropositado... Tenho que admitir que o que realmente me leva a escrever hoje é simplesmente RECOMEÇAR. Pode ser pouco para assunto, mas é o meu único objectivo hoje: voltar a escrever, vencer a inércia, regressar.
E é isto que tenho que fazer com tudo aquilo que me faz bem na vida: fazê-lo outra vez :)
( Logicamente, com o que me faz mal, tenho que fazer o oposto: não fazer nunca mais... embora isso já seja mais «complicado», mas falemos da perspectiva positiva, que, como me disse uma amiga, é mais fácil trabalhar os nossos aspectos positivos do que tentar modificar os negativos )
Esta mensagem é um regresso. Apenas isso e tudo isso, em toda a sua importância emocional.
Um regresso às coisas que me fazem bem. Um regresso a mim mesma, às minhas necessidades e à minha natureza. Sem razão especial nem justificação. Só por mim e para mim.
Sinto-me bem-vinda a mim mesma :)
Obrigada!
E é isto que tenho que fazer com tudo aquilo que me faz bem na vida: fazê-lo outra vez :)
( Logicamente, com o que me faz mal, tenho que fazer o oposto: não fazer nunca mais... embora isso já seja mais «complicado», mas falemos da perspectiva positiva, que, como me disse uma amiga, é mais fácil trabalhar os nossos aspectos positivos do que tentar modificar os negativos )
Esta mensagem é um regresso. Apenas isso e tudo isso, em toda a sua importância emocional.
Um regresso às coisas que me fazem bem. Um regresso a mim mesma, às minhas necessidades e à minha natureza. Sem razão especial nem justificação. Só por mim e para mim.
Sinto-me bem-vinda a mim mesma :)
Obrigada!
terça-feira, 18 de maio de 2010
Tarde de «ronha»
A felicidade de ter uma tarde livre, especialmente quando se contava trabalhar!!! AAAHHH!!! Que bom, de repente, ter mais tempo livre, para dormir a sesta ou ver um filme ou arranjar as unhas ou estudar uma coisa nova ou fazer exercício ou ler ou.............UUUFFFF!! Fiquei cansada com tantas possibilidades!!... Ou não fazer nada!!
Sim, porque uma tarde livre quando supostamente estaríamos a trabalhar é a desculpa perfeita para não fazer NADA! Porque não estávamos a contar com esse tempo para nada, já que estaríamos a trabalhar, então... não parece um desperdício se não se fizer algo realmente «útil»...
Enfim, este tema da «utilidade» das actividades fica para desenvolver posteriormente. E vou parar com as justificações também:)
Assumo: adooooooooro uma tarde livre!!! E adoro não fazer nada de «útil»!!!
Sim, porque uma tarde livre quando supostamente estaríamos a trabalhar é a desculpa perfeita para não fazer NADA! Porque não estávamos a contar com esse tempo para nada, já que estaríamos a trabalhar, então... não parece um desperdício se não se fizer algo realmente «útil»...
Enfim, este tema da «utilidade» das actividades fica para desenvolver posteriormente. E vou parar com as justificações também:)
Assumo: adooooooooro uma tarde livre!!! E adoro não fazer nada de «útil»!!!
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Passear a pé
Lembro-me de uma amiga que estava a viver em Luanda me ter dito, quando eu andava a avaliar os prós e contras de ir viver para lá, que a coisa de que tinha mais saudades de Portugal era de passear a pé na rua.
Explicou-me que «uma pessoa vai a andar na rua e fica toda suja, cheia de calor e os pulmões cheios de pó e fumos de escape»... Achei pretencioso da parte dela e «coisa de dondoca»...
O facto é que, depois de umas poucas tentativas de sair a passear a pé pela rua, com a poeira, os passeios esburacados, o calor que se cola ao corpo... Agora é um verdadeiro prazer poder fazer essa coisa tão simples que é passear por uma rua onde se pode apreciar lojas ou pessoas ou árvores ou mesmo nada, com a tranquilidade de não andar a fugir ao pó, aos fumos de escape ou aos buracos, só a passear.
Explicou-me que «uma pessoa vai a andar na rua e fica toda suja, cheia de calor e os pulmões cheios de pó e fumos de escape»... Achei pretencioso da parte dela e «coisa de dondoca»...
O facto é que, depois de umas poucas tentativas de sair a passear a pé pela rua, com a poeira, os passeios esburacados, o calor que se cola ao corpo... Agora é um verdadeiro prazer poder fazer essa coisa tão simples que é passear por uma rua onde se pode apreciar lojas ou pessoas ou árvores ou mesmo nada, com a tranquilidade de não andar a fugir ao pó, aos fumos de escape ou aos buracos, só a passear.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Falta de luz
Hoje apetece-me contar a estória um bocado longa dos meus sentimentos em relação à falta de luz.
Para mim, falta de luz é sinónimo de paz, tranquilidade, silêncio, reencontro consigo mesmo e com as outras pessoas, sem a televisão, o computador, o rádio, o ar condicionado, todas as actividades que pressupõem electricidade, como a depilação e tantas outras... Enfim, o «barulho» do nosso dia-a-dia!
Na minha infância em Luanda, quando faltava a luz (que era frequente) à noite, em vez de estar cada um enfiado na sua casa ou no seu canto, vínhamos todos os da casa e às vezes os vizinhos para a varanda ou quintal, onde estava mais fresco, e aí ficavamos a conversar, a cantar ou a tocar ou simplesmente a apreciar o silêncio e a calma da noite.
Também passei muitas horas a falar ao telefone com os amigos, nas noites de falta de luz. Naquela época o telefone era muito muito barato. Falávamos às vezes duas e três horas ao telefone!! Com os mesmos amigos com quem estava na escola a tarde inteira e a quem ainda escrevia cartas de manhã e bilhetes nas aulas.... Mas, voltando à falta de luz, falar ao telefone assim sem tempo na escuridão e sossego da falta de luz tem uma intensidade e uma intimidade indescritível.
Fui viver para Lisboa e a electricidade passou a ser mais um «dado adquirido» como a água, os transportes públicos, os supermercados com tudo em cada esquina.
Até que, um belo dia, pus-me a fazer limpezas em casa, numa casa arrendada onde estava e que não conhecia ainda muito bem. Liguei todas as máquinas ao mesmo tempo: de lavar roupa, de lavar loiça, aspirador, sei lá que mais... Saí e deixei máquinas a trabalhar...
Quando cheguei, tarde e com a intenção de apenas tomar um banho e sair com uns amigos, que me esperavam enquanto me despachava, para uma discoteca, encontrei tudo às escuras. Eles começaram a gozar que eu não tinha pago a luz... Era o senhorio que a pagava, mas a essa hora não podia ligar-lhe...
Entretanto, acendi velas, tomei banho com essa luz tão romântica e intimista... O bom da falta de luz na Europa é que náo significa falta de água também como em Angola, já que falha a bomba electrica para puxar a água, que de outra forma não tem pressão...
Enfim, enquanto fazia tudo à luz de velas ía recordando a infância e revivia essas memórias boas e doces da falta de luz.
Quando voltei da discoteca, dormi a saborear essa nostalgia da falta de luz, da ausência de ruído, de luz, de confusão.
Só no dia seguinte é que me lembrei do congelador... E comecei a pensar que convinha resolver o que afinal era um «problema» da falta de luz. Então fiz um telefonema e ao seguir as indicações para verificar o quadro... descobri que tinha sido só o dito que tinha disparado!... «botão grande para cima» outra vez e acabou-se a falta de luz!!...
Nem queria acreditar!
Mas pelo menos pude reviver aquela sensação e matar as saudades!! Isso já ninguém me tira!!:)
Para mim, falta de luz é sinónimo de paz, tranquilidade, silêncio, reencontro consigo mesmo e com as outras pessoas, sem a televisão, o computador, o rádio, o ar condicionado, todas as actividades que pressupõem electricidade, como a depilação e tantas outras... Enfim, o «barulho» do nosso dia-a-dia!
Na minha infância em Luanda, quando faltava a luz (que era frequente) à noite, em vez de estar cada um enfiado na sua casa ou no seu canto, vínhamos todos os da casa e às vezes os vizinhos para a varanda ou quintal, onde estava mais fresco, e aí ficavamos a conversar, a cantar ou a tocar ou simplesmente a apreciar o silêncio e a calma da noite.
Também passei muitas horas a falar ao telefone com os amigos, nas noites de falta de luz. Naquela época o telefone era muito muito barato. Falávamos às vezes duas e três horas ao telefone!! Com os mesmos amigos com quem estava na escola a tarde inteira e a quem ainda escrevia cartas de manhã e bilhetes nas aulas.... Mas, voltando à falta de luz, falar ao telefone assim sem tempo na escuridão e sossego da falta de luz tem uma intensidade e uma intimidade indescritível.
Fui viver para Lisboa e a electricidade passou a ser mais um «dado adquirido» como a água, os transportes públicos, os supermercados com tudo em cada esquina.
Até que, um belo dia, pus-me a fazer limpezas em casa, numa casa arrendada onde estava e que não conhecia ainda muito bem. Liguei todas as máquinas ao mesmo tempo: de lavar roupa, de lavar loiça, aspirador, sei lá que mais... Saí e deixei máquinas a trabalhar...
Quando cheguei, tarde e com a intenção de apenas tomar um banho e sair com uns amigos, que me esperavam enquanto me despachava, para uma discoteca, encontrei tudo às escuras. Eles começaram a gozar que eu não tinha pago a luz... Era o senhorio que a pagava, mas a essa hora não podia ligar-lhe...
Entretanto, acendi velas, tomei banho com essa luz tão romântica e intimista... O bom da falta de luz na Europa é que náo significa falta de água também como em Angola, já que falha a bomba electrica para puxar a água, que de outra forma não tem pressão...
Enfim, enquanto fazia tudo à luz de velas ía recordando a infância e revivia essas memórias boas e doces da falta de luz.
Quando voltei da discoteca, dormi a saborear essa nostalgia da falta de luz, da ausência de ruído, de luz, de confusão.
Só no dia seguinte é que me lembrei do congelador... E comecei a pensar que convinha resolver o que afinal era um «problema» da falta de luz. Então fiz um telefonema e ao seguir as indicações para verificar o quadro... descobri que tinha sido só o dito que tinha disparado!... «botão grande para cima» outra vez e acabou-se a falta de luz!!...
Nem queria acreditar!
Mas pelo menos pude reviver aquela sensação e matar as saudades!! Isso já ninguém me tira!!:)
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Necessidades básicas
Por alguma razão se chamam «básicas»! Realmente, dormir quando se tem sono, beber quando se tem sede, comer quando se tem fome (e satisfazer as outras óbvias necessidades básicas...)... são dos maiores prazeres que se pode ter!
Comecei a dar muito valor a isso desde que tenho uma profissão que me obriga a condicionar todas as neessidades, até estas básicas, aos timings do trabalho. Como no trabalho não posso fazer estas coisas quando me apetece e preciso, sempre que posso aproveito! E nada é mais importante! NADA!
Falando nisso, estou cheeeeeeeeia de sono....
Fica o registo e agora vou agir em conformidade com as minhas palavras!
Comecei a dar muito valor a isso desde que tenho uma profissão que me obriga a condicionar todas as neessidades, até estas básicas, aos timings do trabalho. Como no trabalho não posso fazer estas coisas quando me apetece e preciso, sempre que posso aproveito! E nada é mais importante! NADA!
Falando nisso, estou cheeeeeeeeia de sono....
Fica o registo e agora vou agir em conformidade com as minhas palavras!
terça-feira, 11 de maio de 2010
Beber água da torneira
Esta é uma das minhas maiores felicidades quando chego a Portugal (ou a qualquer outro país com água potável): beber água da torneira!
Uma pessoa habitua-se a tomar banho sem engolir água, a lavar os dentes sem engolir água. Já passei há muito a fase de lavar com água engarrafada... Também desisti de pedir bebidas sem gelo... «O que não mata, fortalece!», é uma grande máxima que aplico à minha vida. E acredito piamente que uma pequena dose de micróbios dá alguma imunidade... Também acredito que a descontração é metade da prevenção... As coisas em que uma pessoa acredita!!...
O facto é que se faz um exercício mental constante para ter esses cuidados com a água! E chegar a um sítio onde se pode, com toda a descontração do mundo, beber água da torneira, num copo, no banho, com a boca na torneira (selvagem!), no gelo, seja de que forma for... é um alívio, uma alegria, um prazer, uma felicidade!!!:)
Que eu nunca perca a capacidade de saborear e disfrutar com esta intensidade a água da torneira!!
Uma pessoa habitua-se a tomar banho sem engolir água, a lavar os dentes sem engolir água. Já passei há muito a fase de lavar com água engarrafada... Também desisti de pedir bebidas sem gelo... «O que não mata, fortalece!», é uma grande máxima que aplico à minha vida. E acredito piamente que uma pequena dose de micróbios dá alguma imunidade... Também acredito que a descontração é metade da prevenção... As coisas em que uma pessoa acredita!!...
O facto é que se faz um exercício mental constante para ter esses cuidados com a água! E chegar a um sítio onde se pode, com toda a descontração do mundo, beber água da torneira, num copo, no banho, com a boca na torneira (selvagem!), no gelo, seja de que forma for... é um alívio, uma alegria, um prazer, uma felicidade!!!:)
Que eu nunca perca a capacidade de saborear e disfrutar com esta intensidade a água da torneira!!
Felicidade
Nos dias de hoje, precisamos de cada vez MAIS e MAIS para ser felizes! Uma casa, uma casa maior, um carro, um carro maior, ter uma família, aumentar a família, pôr os filhos na melhor escola, ter roupas, ter mais roupas e mais caras, ter dinheiro, ter mais dinheiro, ter, ter, ter...
Perdemos a capacidade de ser felizes com coisas simples.
Felizmente, tive a sorte de vir trabalhar para ANGOLA, minha Terra Natal e onde aprendi as bases. Nos últimos anos senti que retornei às ORIGENS. Mais do que à minha origem biológica, às origens energéticas e espirituais de qualquer ser humano. Dizendo de forma mais clara, voltei ao BÁSICO (em toooooodas as suas formas...).
Apercebi-me de que as minhas necessidades básicas são realmente muito menores do que aquelas que pensava que tinha ao viver em Portugal. E, tendo o básico satisfeito, tudo o que vier a mais é «lucro». E, se não vier, não é nenhuma desgraça.
Uma das principais lembranças que quero reter é a de me satisfazer com o BÁSICO (e o que é realmente básico) e de me sentir feliz com COISAS SIMPLES, por isso passarei a enumerá-las, em separado, para lembrar-me bem...
Perdemos a capacidade de ser felizes com coisas simples.
Felizmente, tive a sorte de vir trabalhar para ANGOLA, minha Terra Natal e onde aprendi as bases. Nos últimos anos senti que retornei às ORIGENS. Mais do que à minha origem biológica, às origens energéticas e espirituais de qualquer ser humano. Dizendo de forma mais clara, voltei ao BÁSICO (em toooooodas as suas formas...).
Apercebi-me de que as minhas necessidades básicas são realmente muito menores do que aquelas que pensava que tinha ao viver em Portugal. E, tendo o básico satisfeito, tudo o que vier a mais é «lucro». E, se não vier, não é nenhuma desgraça.
Uma das principais lembranças que quero reter é a de me satisfazer com o BÁSICO (e o que é realmente básico) e de me sentir feliz com COISAS SIMPLES, por isso passarei a enumerá-las, em separado, para lembrar-me bem...
Introdução
Benditas sejam as introduções!!!
Tantos anos a trabalhar a minha capacidade de síntese, a objectividade, ir directa ao assunto, aaaaaaaaahhhhhhhhhh!!!!
LIBERDADE!!! Finalmente, no MEU blog tudo é possível!!
Então, quero começar por fazer um ELOGIO À INTRODUÇÃO!!
Que graça tem simplesmente relatar um facto, atirando-o assim às mentes inadvertidas para que o avaliem cruamente, sem nehum tipo de aperitivo ou condimento??
A introdução, a forma como se prepara a apresentação de um assunto, determina a predisposição do ouvinte/leitor para o mesmo... Pode cansá-lo também e fazer com que já nem queira ouvi/ler mais nada.... Que acho que é o que esta introdução está a fazer comigo...........
Então deixemos a intrudução da introdução e passemos à propriamente dita!
Escrevo este blog com o objectivo principal de passar informação que considero relevante recordar a mim mesma no futuro. Ou seja, escrevo para mim mesma AMANHÃ. Porque há coisas que facilmente esquecemos e nos fariam aproveitar melhor a vida se ainda as tivessemos presentes na nossa memória.
O outro objectivo, o secundário, mas que talvez tenha mais efeitos a curto prazo, é escrever para mim mesma HOJE! Porque, confesso: tenho dificuldades em ouvir-me a mim mesma, em saber o que sinto e o que quero. Então, escrevendo ou falando ouço-me melhor!
Egocêntrica? Sim, provavelmente. Mas considero-me antes de mais uma pequena parte do Mundo e, como tal, quanto melhor eu estiver melhor estará o Mundo. Enfim, um dos muitos assuntos a desenvolver mais tarde....
O bom deste blog para mim é que não terá regras. Melhor, apenas uma: escreverei sobre o que quer que seja que eu queira dizer-me a mim própria.
Se alguém tiver alguma coisa a dizer, todos os comentários serão bem-vindos (e os que não forem serão simplesmente eliminados... Vantagens da era informática!!UUaaaahahahahhaha!!!)
Assim sendo, bem-vindos ao meu mundo!
Tantos anos a trabalhar a minha capacidade de síntese, a objectividade, ir directa ao assunto, aaaaaaaaahhhhhhhhhh!!!!
LIBERDADE!!! Finalmente, no MEU blog tudo é possível!!
Então, quero começar por fazer um ELOGIO À INTRODUÇÃO!!
Que graça tem simplesmente relatar um facto, atirando-o assim às mentes inadvertidas para que o avaliem cruamente, sem nehum tipo de aperitivo ou condimento??
A introdução, a forma como se prepara a apresentação de um assunto, determina a predisposição do ouvinte/leitor para o mesmo... Pode cansá-lo também e fazer com que já nem queira ouvi/ler mais nada.... Que acho que é o que esta introdução está a fazer comigo...........
Então deixemos a intrudução da introdução e passemos à propriamente dita!
Escrevo este blog com o objectivo principal de passar informação que considero relevante recordar a mim mesma no futuro. Ou seja, escrevo para mim mesma AMANHÃ. Porque há coisas que facilmente esquecemos e nos fariam aproveitar melhor a vida se ainda as tivessemos presentes na nossa memória.
O outro objectivo, o secundário, mas que talvez tenha mais efeitos a curto prazo, é escrever para mim mesma HOJE! Porque, confesso: tenho dificuldades em ouvir-me a mim mesma, em saber o que sinto e o que quero. Então, escrevendo ou falando ouço-me melhor!
Egocêntrica? Sim, provavelmente. Mas considero-me antes de mais uma pequena parte do Mundo e, como tal, quanto melhor eu estiver melhor estará o Mundo. Enfim, um dos muitos assuntos a desenvolver mais tarde....
O bom deste blog para mim é que não terá regras. Melhor, apenas uma: escreverei sobre o que quer que seja que eu queira dizer-me a mim própria.
Se alguém tiver alguma coisa a dizer, todos os comentários serão bem-vindos (e os que não forem serão simplesmente eliminados... Vantagens da era informática!!UUaaaahahahahhaha!!!)
Assim sendo, bem-vindos ao meu mundo!
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